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Globos da Rawlemon podem captar energia solar refletida pela Lua

por Mäyjo, em 10.12.14

Globos da Rawlemon podem captar energia solar reflectida pela Lua

Um dos mais recentes projectos colocados na plataforma de financiamento colectivo – crowdfunding – IndieGoGo parece tirado de um filme de ficção científica, mas o seu inventor, o alemão André Broessel, afirma que não há impossíveis para o Rawlemon, um aparelho que consegue captar a energia solar reflectida pela Lua.

Este globo solar oferece uma tecnologia até 70% melhor na captação da luz do Sol, para além de, ao contrário dos tradicionais painéis solares, ser esteticamente agradável.

André Broessel começou a trabalhar no projecto há três anos, com o objectivo de tornar a captura da energia do Sol mais eficiente e barata. O conceito é simples: o Rawlemon é uma esfera de vidro que faz a refracção da luz num raio concentrado.

Segundo o Planeta Sustentável, para seguir a movimentação do Sol durante o dia o Rawlemon conta com um microrastreador que segue o astro no seu percurso diário de leste a oeste. O mesmo se aplica quando o produto é usado à noite: “É uma oportunidade única de recolher energia numa situação em que outros sistemas falham”, explica Broessel.

Após a captação de energia, esta é armazenada em baterias que podem abastecer a nossa casa ou restaurante. “Estamos a desenvolver produtos autónomos que podem concentrar a luz até num dia nubelado, que geram energia onde quer que estejamos. É energia gratuita”, revelou Broessel ao Gizmodo.

A versão beta do produto está à venda por €110 e pode ser feita no IndieGoGo. Se a meta financeira não for atingida – e  ainda está muito longe de ser atingida, o dinheiro é devolvido aos apoiantes.

rawlemon_1

 

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publicado às 23:33

Jovens londrinos estão a fugir para cidades mais pequenas

por Mäyjo, em 10.12.14

Jovens londrinos estão a fugir para cidades mais pequenas

Os autarcas londrinos dizem que o número de habitantes da cidade crescerá brutalmente nas próximas décadas, mas uma análise desenvolvida pelo Office for National Statistics mostra que, de Junho de 2013 para 2014, cerca de 58.220 pessoas entre os 30 e os 39 anos deixaram a capital, o maior número de sempre e um aumento de 10% em relação a 2010.

Segundo a entidade, os jovens londrinos estão a instalar-se em cidades mais pequenas e regionais. Ainda assim, e como os números são baseados nos registos da NHS (National Healths Service (Serviço Nacional de Saúde), podem inclusive não incluir todos os jovens que tenham saído da cidade.

O Guardian avança que o aumento drástico dos preços das casas londrinas desde Junho de 2013 ajudou a acelerar esta migração. Hoje, o preço médio de uma casa em Londres é de €500.000 (R$ 1,5 milhões), em comparação com €230.000 (R$ 730.000) no resto do País.

O destino favorito dos jovens londrinos é Birmingham (na foto), que atraiu 5.480 londrinos de Junho de 2012 a Junho de 2013. Segue-se Bristol, Manchester, Nottingham e Oxford.

Outro dos argumentos para esta migração dos londrinos é a balança entre trabalho e vida social. Muitos destes jovens são pais recentes, que procuram ter mais tempo para si e para a sua família, e que migraram para Londres para concluir a sua formação universitária.

Por outro lado, as economias regionais britânicas vêem com bons olhos estes novos profissionais, que há uma década nunca sonhariam em sair da capital britânica.

“Os jovens podem ser atraídos, no início das suas carreiras, com um emprego em Londres, mas depois reconhecem que existem oportunidades noutras cidades. Estamos a começar a ver os benefícios da retoma, sobretudo para empregos com competências mais específicas”, explicou Ed Cox, director do think-tank IPPR.

Em Portugal, Lisboa continua a concentrar algumas profissões específicas, agarrando todos os anos milhares de jovens recém-licenciados. Será que esta descentralização britânica poderá, um dia, ser tendência em Portugal, ou a diferença de dimensão entre as grandes cidades inglesas e portugueses não o permitirá?

Foto: brianac37 / Creative Commons

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publicado às 18:52

Mares mais quentes estão a tornar os peixes mais pequenos

por Mäyjo, em 10.12.14

Mares mais quentes estão a tornar os peixes mais pequenos

Nas últimas quatro décadas, as espécies do Mar do Norte diminuíram em tamanho cerca de 29% e os cientistas acreditam que o aumento das temperaturas possa ser o factor que está a desencadear a diminuição do tamanho dos peixes.

Os investigadores concluíram que o tamanho máximo do eglefim, arenque, abrótea, solha, linguado e faneca diminuiu cerca de 29% ao longo dos últimos 38 anos, ao mesmo tempo que as temperaturas no Mar do Norte aumentaram entre um a dois graus Celsius.

Os cientistas da Universidade de Aberdeen, na Escócia, indicam também que a disponibilidade de alimento e o aumento da pesca podem ser factores plausíveis para a diminuição do tamanho. Mas, a diminuição “sincronizada” do tamanho em várias espécies de peixe levam os investigadores a acreditar que o aumento da temperatura das águas é o factor que está a tornar os peixes mais pequenos.

“A nossa análise indica que a maior parte das espécies de peixes analisadas experimentaram uma redução de tamanho sincronizada ao longo do período analisado”, refere Alan Baudron, investigador que liderou o estudo. “O que é interessante é que a diminuição foi observada numa vasta gama de espécies que têm dietas diferentes, vivem a profundidades diferentes e experienciam níveis diferentes de mortalidade causados pela pesca”, acrescenta.

De acordo com os investigadores, referidos pelo Guardian, águas mais quentes fazem os peixes amadurecerem mais depressa, o que faz que não cresçam tanto. “O período de redução do tamanho máximo coincidiu com anos em que as temperaturas das águas do Mar do Norte aumentaram”, afirmou Baudron.

Foto: Derek Keats / Creative Commons

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publicado às 12:31


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